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Antes de tudo, sabemos que a competitividade é um caminho que qualquer empresa deseja trilhar. Afinal, no meio de tanta concorrência no mercado, se destacar é fundamental para conseguir ainda mais autoridade de marca.

Nesse quesito, muito se tem falado sobre neuromarketing, que une a ciência da neurologia em práticas de marketing para garantir mais assertividade nas estratégias. No entanto, muitos não entendem o real conceito por trás dessa estratégia e como as empresas a utilizam para conquistar clientes.

Quer saber mais sobre o assunto? Então, confira o nosso post até o final e tire todas as suas dúvidas sobre a prática de neuromarketing nos negócios atuais.

Neuromarketing: o que é?

Em geral, definimos que o neuromarketing é uma ciência que visa estudar e realizar uma compreensão cada vez melhor acerca dos principais fatores que tendem a influenciar um consumidor no momento da decisão de compra. Com base nesse estudo, é possível criar métodos e técnicas específicas para as atividades de uma empresa, aumentando as chances de conversão e fidelização.

Para entendermos melhor o processo de neuromarketing, vamos entender melhor a origem desse termo. Até aqui, entendemos que neuromarketing refere-se à neurologia em conjunto com o marketing, certo?

O autor da terminologia é o conhecido professor da Erasmus University, o Ale Smidts. No entanto, quem acabou popularizando o neuromarketing foi o doutor Gerald Zaltman. Ele acabou dispondo de equipamentos de ressonância magnética para desenvolver pesquisas mercadológicas.

Como o neuromarketing funciona?

Para respondermos a essa pergunta, devemos, primeiramente, entender que o processo de decisão de compra tende a ocorrer, na maioria das vezes, no subconsciente do consumidor. Com isso, perguntar diretamente a pessoa se ela gosta de um determinado serviço ou produto pode não ser a resposta verdadeira.

Através de métodos que são utilizados nesta ciência, os pesquisadores conseguem ter um entendimento ainda mais profundo em relação a uma área do cérebro. Logo, quanto utilizamos tecnologias (como a ressonância) para medir uma atividade cerebral, conseguimos obter uma resposta com mais exatidão.

Na prática, vamos imaginar que sua empresa esteja em dúvida sobre se a embalagem do seu produto deva ser azul ou roxa! Quando apresentamos essas duas opções de cores para alguém — aplicando as boas práticas de neuromarketing — tendemos a conseguir muito mais do que uma simples opinião pessoal.

Em outras palavras, quando observamos as atividades cerebrais de uma pessoa, conseguimos entender a maneira em que o seu subconsciente reage a cada uma dessas opções. Dessa forma, fica ainda mais claro para a empresa qual das cores obteve um maior impacto positivo.

Como as empresas utilizam o neuromarketing?

Até aqui, já entendemos o conceito e a importância do neuromarketing para empresas. Agora precisamos entender como as marcas utilizam o marketing e a neurologia para promover resultados ainda melhores em suas estratégias de vendas. Confira:

1. Storytelling

Já que estamos na era do marketing 4.0, podemos perceber que os consumidores não se sentem impactados com a criação de publicidades que são focadas em serviços e produtos, ou mesmo nos benefícios que eles podem oferecer. Para o consumidor, essa abordagem oferece um valor muito menor, se compararmos com indicações de pessoas que esse consumidor confia.

Dessa forma, os negócios perceberam a necessidade de mudar a forma em que oferecem e anunciam seus produtos e serviços. Logo, através de narrativas que não envolvem necessariamente o produto ou serviço em si, a empresa consegue “ligar” o lado emocional do consumidor.

Em outras palavras, ele acaba se identificando com a história da empresa e absorve aquele conteúdo sem perceber que está sendo indiretamente conduzido por um funil de vendas.

2. Gatilhos mentais

Caso você não saiba, os gatilhos mentais são algumas das principais estratégias utilizadas em neuromarketing para atrair novos públicos! A ideia é influenciar o consumidor através de uma informação, seja ela subjetiva ou objetiva, gerando em sua mente um interesse por consumo.

Se tratando de gatilhos mentais, um dos mais conhecidos e mais utilizados pelas empresas é o da “escassez”. Nesse ponto, o objetivo é com que o consumidor adquira um senso de urgência para realizar a compra, buscando acelerar o processo de decisão. Portanto, frases como “compre agora mesmo” ou “promoção por tempo limitado” são devidamente utilizadas para esse objetivo.

Além disso, também temos o gatilho da exclusividade! Ela pode estar relacionada às redes sociais, quando marcas convidam usuários para assistir uma live privada, por exemplo. Quando o usuário percebe que terá um acesso exclusivo, ele se sente ainda mais motivado para realizar uma compra oferecida pela empresa em questão.

3. Psicologia das Cores

Possivelmente, uma das aplicações mais famosas do neuromarketing é, sem dúvidas, a psicologia das cores! Caso você não saiba, ela é utilizada por grandes marcas, tais como Coca-Cola, McDonald e Facebook.

O ponto de partida da psicologia das cores, é a de que os aspectos visuais de uma marca podem influenciar diretamente o comportamento do consumidor. Com base nisso, o trabalho da empresa é basicamente identificar cores que devem ser usadas para impactar as pessoas de forma estratégica.

4. Ancoragem de preços

Normalmente, o nosso cérebro possui dificuldade de pensar no preço com relação ao valor do produto de forma isolada. Ou seja, porque esse produto ou serviço é realmente importante! Porém, ao invés disso, tomamos como base a variação de preços e simplesmente observamos se a oferta está barata ou cara para comprar.

O preço de um celular pode ser considerado barato ou caro através de preços competitivos que também oferecem o mesmo produto, visando o preço e não nos benefícios que o produto pode oferecer! O exemplo mais famoso de ancoragem de preços é o “2 por 1” ou “6 por 3”. Possivelmente o consumidor não precisará dos três itens, mas ele considera o conjunto como “barato”, uma vez que entende que está adquirindo algo vantajoso e econômico.

Em geral, o neuromarketing pode ser implementado de diversas formas pelas empresas. A questão, no entanto, é entender essa ciência e aplicá-las às estratégias de marketing atuantes no negócio, a fim de obter resultados ainda melhores.

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