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Nas últimas décadas, as evoluções tecnológicas parecem estar ocorrendo na forma de uma avalanche. Cada nova conquista se soma a outros avanços, aumentando o volume e a velocidade com que novos dispositivos, recursos e inteligências são lançados e difundidos entre os consumidores. Assim, impactando no futuro da publicidade.

Essas transformações parecem ocorrer com ainda mais força em campos como o da tecnologia da informação e das telecomunicações. Com isso, todos os setores econômicos que se interligam com tais ciências estão sofrendo também verdadeiras revoluções.

E surfando na ponta desta avalanche tecnológica está a publicidade. Alterações no comportamento do consumidor e nos seus hábitos de uso de mídias, em conjunto com os novos recursos disponíveis para o comércio e a divulgação nestes ambientes, estão criando uma nova realidade para os profissionais do segmento.

Neste âmbito, as agências de publicidade que não estiverem aptas a acompanhar a alta velocidade das transformações do mercado irão ficar para trás.

Por isso, os gestores das agências devem estar atentos às novidades do mercado e aos novos sistemas que estão surgindo e modificando completamente a forma de se fazer propaganda.

Frente a esse novo paradigma, cabe questionar: será que a sua agência está preparada para o futuro da publicidade?


Leia mais: Conheça o novo comportamento do consumidor digital.

Branding versus Marketing Transacional: uma batalha nos campos do storytelling e do transmídia

Um dos aspectos que está exibindo grandes mudanças no futuro da publicidade é a forma de se promover um produto. Cada vez mais, o marketing transacional, focado no aumento da carteira de clientes e com grande apreço por números, está ficando para trás.

Em seu lugar, o branding vem se fortalecendo. Ele vem em busca de algo maior do que um bom volume de clientes. Ele mira em uma boa relação com os clientes.

Criar relacionamentos com os consumidores proporciona fidelização. E fidelizar significa reduzir o Custo de Aquisição de Clientes (CAC), visto que conquistar um cliente novo pode ser significativamente mais caro do que manter a relação com um antigo. De acordo com Philip Kotler, essa diferença pode ser de até 7 vezes.

Um dos grandes aliados que o branding encontrou foi o storytelling. Por meio dele, é possível cativar o público-alvo, criando uma relação muito mais emocional do que comercial. E em um mercado onde os consumidores cada vez mais buscam o consumo consciente, aliado aos seus princípios e valores, marcas que se posicionam acerca de assuntos relevantes para o seu público saem na frente.

Por sua vez, o apoio das novas tecnologias e mídias permite que as campanhas publicitárias explorem o storytelling de uma forma muito mais completa e valiosa. Por meio da criação de narrativas transmidiáticas, é possível acompanhar o cliente onde quer que esteja, do DOOH às telas de seus dispositivos mobile e, finalmente, às suas televisões.

Onde entra a sua agência nessa história? Cabe a ela garantir que seus criativos e seu departamento de mídia estejam atualizados para que a empresa permaneça relevante no mercado e acompanhe os passos do futuro da publicidade.

Possibilidades infinitas das novas mídias: o programático e a ultra-segmentação

O digital veio para transformar a forma de se fazer publicidade, de uma vez por todas. Mas o fato é que ele mesmo nunca para de sofrer mutação e se aprimorar, obrigando as agências a acompanharem de perto as novas ferramentas, a fim de oferecer serviços eficientes e de alto custo-benefício para os seus clientes.

Sendo assim, entre as grandes mudanças que estamos vivenciando estão as mídias programáticas. Através delas, os softwares controlam os lances e, simultaneamente, segmentam e coletam dados acerca de:

– Desempenho das campanhas;

– Comportamento do usuário;

– Qualidade da informação;

– Etc.

Pense em Google e Facebook Ads, por exemplo.

Com esses recursos bem utilizados, é possível obter um material valioso para a compreensão do perfil do público. Assim, de suas preferências e de como cada campanha e cada peça dentro de uma campanha é recebida pelos seus consumidores ideais.

Assim, oferecer em seus serviços soluções especializadas em mídia programática e contar com um time hábil para a interpretação de relatórios e para a definição de personas e ICPs passa a ser um pré-requisito.

E que tal já começar a aprimorar o processo de criação de personas na sua agência? Veja neste artigo o passo a passo para criar uma persona!

Além disso, aprofundar-se no potencial destas tecnologias e lançar mão dos dados obtidos para construir expertise para sua agência pode ser um grande diferencial competitivo no futuro da publicidade.


Leia mais: Mídia online e offline |Conheça mais sobre os tipos de mídia utilizados no mercado da publicidade.

Para cada cliente, uma história personalizada

Como consequência das tecnologias que permitem ampla segmentação e preciso direcionamento das campanhas, narrativas estão cada vez mais personalizadas. Dessa forma, os dados obtidos pelos softwares permitem que se desenvolvam materiais criativos que acompanham em tempo real as expectativas e os sentimentos dos clientes.

Com isso, é possível expandir, como nunca antes, o alcance e a relevância dos conteúdos de cada marca. Assim, fomenta-se a criação de relacionamentos ainda mais fortes com os clientes, por meio de vínculos emocionais cuidadosamente planejados.

Como resultado, as marcas ganham verdadeiros advogados e passam a fazer parte das vidas e personalidades de seus clientes.

Inteligência Artificial e IoT

A Internet das Coisas (IoT) também está se provando um importante elemento de transformações no comportamento do consumidor. O avanço da automação e dos serviços de assistência por comando de voz poderá trazer novas oportunidades e desafios para o segmento publicitário, conforme estas ferramentas tornem-se parte cada vez mais presente das rotinas das pessoas.

Por isso, compreender como estas soluções impactam o mercado e podem ajudar na promoção das campanhas e na coleta de dados é fundamental. Principalmente tendo em vista que, de acordo com o Google, cerca de 52% das pessoas mantém seus dispositivos comandados por voz em ambientes comuns.

A Lei Geral de Proteção de Dados

Em meio a toda esta avalanche de tecnologias, que favorecem as agências de publicidade e seus clientes sobretudo por meio da coleta de dados dos usuários, a LGPD deve ser foco de atenção na sua agência.

Compreender o alcance das questões de privacidade sobre as campanhas desenvolvidas pela sua equipe de publicitários será fundamental para suprir seus clientes com serviços dentro da legalidade e utilizar os dados com máxima eficiência e respeito ao usuário. Assim, as implicações vão da adequação legal à ética.

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